quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Comentário sobre o Filme: "Como estrelas na terra"



          O filme “Como estrelas na terra” é uma produção indiana que tenta nos mostra a verdadeira função de um educador na formação de uma criança, que no caso não é apenas de um simples educador, mas sim de um que cumpre seu papel corretamente, entendendo e ensinando seus alunos para terem um bom aprendizado. Tendo o professor um papel tão importante quanto o da própria família que é o de compreender o seu aluno, o filme retrata isso no personagem Ishaan que precisava ser compreendido, pois ele sofria de um problema que era a dislexia, que interferia diretamente no seu aprendizado, e isso deveria ser percebido e cuidado pelos seus pais primeiramente, que não se davam conta do problema do filho, que não entendiam porque ele não conseguia fazer o que as outras crianças faziam, que era ate mesmo responder uma simples atividade de classe, no entanto seus pais sem compreenderem ate mudaram ele de escola, e isso só ocasionou o aumento de seu problema, pois Ishaan se sentiu desprotegido e perdido em meio à um mundo novo que teria de enfrentar longe de seus pais, que não entendiam o que estava acontecendo com ele e por acharem que o problema estava na escola, deixaram sua educação por conta de um colégio interno.
         Só que o comportamento dele continuou do mesmo jeito, ele não conseguia aprender e nem interagir com seus colegas de classe, enfim a situação piorou, pois Ishaan achava que tinha sido abandonado, e por não ter culpa de ser tão distraído, não se dava conta dos problemas que causava dentro da sala de aula, pois isso era tudo conseqüência do seu problema de dislexia. No filme o papel de um educador foi fundamental para solucionar esse problema que foi o do professor Ram Nikumbh que ao observar o seu aluno Ishaan percebeu que ele sofria de algum problema e como ele já trabalhava com crianças especiais, se interessou pelo caso do menino, e descobriu o que ele tinha, e primeiramente na tentativa de ajudar- ló, procurou os seus pais que eram os mais interessados para contar o problema que o filho deles sofria e que por causa disso tinha aquele comportamento, e que ele deveria receber cuidados especiais de seus pais, que tinha que fazer isso com muita calma e compreensão e principalmente muito amor. Assim também é possível notar que no filme o papel dos pais é destacado como função primordial, que é o de educar, ou seja a função mais importante, e que é a primicia na vida de todos os seres humanos, pois a primeira educação é a da família.
        Enfim, esse filme foi de suma importância para nós alunos do Curso Licenciatura em História, pois assim poderemos entender um pouco mais sobre o papel de um educador e sua importância para a vida de uma pessoa e que ao longo de nossa profissão enquanto professores é preciso compreender os problemas de alguns alunos para que haja um bom desenvolvimento em sala de aula e para um aprendizado de qualidade para nossos alunos sem tantas imposições e questionamentos que atrapalham um bom relacionamento que deve ser mantido entre alunos e educadores.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Quero dias diferentes, pessoas que me acrescentem, quero vida e muita alegria ao meu redor, quero luzes coloridas e brilhantes, quero paz, quero amor, quero a liberdade de saber quem eu sou...

domingo, 6 de outubro de 2013

Não poderia ganhar presentes melhores!!!





Gostaria de mostrar aqui para meus amigos, os livros que ganhei de duas pessoas especiais... Madalena dos Santos e Wesley Mendes... Duas pessoas que vou guardar para sempre em meu coração, gostaria aqui de agradecer aos dois e dizer que esses livros me deixaram imensamente feliz e que com certeza não poderiam me dar presente melhor, pois contribuíram muito para minha Monografia e para meus possíveis projetos.

Um lugar preto e branco!!!

Escolhi esse título para essa imagem, por que ela é uma imagem do Conjunto Habitacional Dirceu Arcoverde nos seus primeiros anos de fundação, lugar onde as casas eram todas iguais, sem agua encanada, sem energia elétrica, sem serviços básicos para as pessoas que ali residiam, assim era um lugar preto e branco, pois tinha muitos problemas, mas tinha pessoas que ali estavam lutando pela sobrevivência, buscando melhores condições de vida.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Comentário sobre o Filme: "Orgulho e Prenconceito" da autora Jane Austen

O Filme retrata a História de uma família tradicional na Inglaterra, no século XVIII. Notamos claramente nas cenas do filme o interesse da mãe em casar suas filhas com rapazes de boa posição social, assim não se importa com o sentimento das filhas, que até se conformam e concordam, com o que sua mãe as impõem.
No Filme vimos as regras de namoro, os rapazes só podiam pegar na mão da moça, nada de abraços e beijos, isso só após o casamento, assim, já podemos identificar as diferenças do namoro daquela época, com o namoro dos dias atuais. As moças eram ensinadas, de como deveriam se comportar diante de um rapaz, para assim não ficar mal falada entre eles. A tradição era algo presente no comportamento de  todos e quem agisse diferente, com opiniões contrárias ou até mesmo discordando das regras, os pais chamavam pra conversar, para resolverem aquela situação, assim os filhos estavam sempre sobre o controle dos pais; no filme percebemos isso, ao ver o comportamento das filhas com sua mãe, é muito interessante para entendermos melhor, a questão dos padrões que as pessoas viviam no século XVIII. Apesar dos problemas de Elizabeth para se casar, no final da trama, é muito bom ver que ela diferente de muitas moças, conseguiu o consentimento para casar com o seu amado. Pois muitas moças por causa das diferenças de posição social, por causa do pagamento de dotes se casaram com rapazes que não gostavam, só por causa dos seus pais, não eram felizes e assim a condição de vida dessas moças após se casarem eram ruins, pois além de casarem com um rapaz que não gostava, ainda tinha que serem donas do lar, não podiam estudar e nem trabalhar fora de casa. Enfim, podemos perceber ao ver estas cenas do filme, um pouco de como era o namoro e o casamento na época.

Não poderia ter outro título: "Orgulho e Preconceito"

O filme "Orgulho e preconceito" da autora Jane austen, tem um título que se encaixa muito bem, no seu contexto, pois ao assisti algumas cenas, podemos notar que muitos sentimentos positivos e negativos fazem parte da trama, a moça Elizabeth se apaixona pelo rapaz e ali já notamos um sentimento lindo e verdadeiro que é escondido pelo seu orgulho e pelas diferenças sociais, que era algo levado em conta na época, pois para um rapaz e uma jovem terem uma maior aproximação, como o namoro e até o casamento tinham que ser da mesma posição social.
Assim, podemos perceber que o fato de se apaixonar por uma pessoa de outra classe, geraria problemas, e certamente desilusões amorosas, a moça ao se apaixonar por um rapaz de outra classe,  sofrerá com essa situação, por não poder namorar e casar- se com o seu amado, isso é lamentável, diante disso notamos como o tradicionalismo familiar interferia nas relações de namoro e casamento na época de forma muitas vezes negativa, pois as vezes as moças casavam- se só por incentivo dos pais, por causas de dotes, e assim passavam o resto da vida ao lado de um companheiro que não amavam e decorrente disso não eram felizes.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

SETE CIDADES

Já me acostumei com a tua voz
Com teu rosto e teu olhar
Me partiram em dois
E procuro agora o que é minha metade.

Quando não estás aqui
Sinto falta de mim mesmo
E sinto falta do meu corpo junto ao teu.

Meu coração é tão tosco e tão pobre
Não sabe ainda os caminhos do mundo.

Quando não estás aqui
Tenho medo de mim mesmo
E sinto falta do teu corpo junto ao meu.

Vem depressa pra mim
Que eu não sei esperar
Já fizemos promessas demais
E já me acostumei com a tua voz:
Quando estou contigo estou em paz.

Quando não estás aqui,
Meu espírito se perde, voa longe 
Renato Russo

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Falando um pouco sobre o Conjunto Habitacional Dirceu Arcoverde, nos primeiros anos de sua fundação

A proliferação de bairros é uma das características marcantes das grandes cidades brasileiras e Teresina não foge dessa realidade, pois muitos bairros desde a década de 70 foram se desenvolvendo na zonas urbanas da cidade. A zona sudeste surgiu na década de 1970, como área de fazendas começando a ser modificada pela ação do Estado que atuou como agente transformador do espaço através da construção de conjuntos habitacionais. O objetivo era a realocação das pessoas menos abastadas de áreas centrais de Teresina para as regiões periféricas.
Segundo Corrêa (1995), estas regiões se referem a áreas do entorno do núcleo central e que têm como características principais, o uso semi-intensivo do solo, ampla escala horizontal, limitado crescimento horizontal, área residencial de baixo status social. Como o Bairro Itararé, que fica localizado na região sudeste de Teresina foi o primeiro produto da ação do Estado ele assim já destacou dos outros bairros, construído em uma faixa de terra conhecida inicialmente por todos como parte da zona leste, só depois foi denominada de Zona Sudeste. Em homenagem ao ex-governador e Senador Dirceu Mendes Arcoverde os conjuntos habitacionais Itararé I e II a pedido da população passaram a ser denominados de Dirceu Arcoverde.
O bairro ocupa uma área que pertencia à Fazenda Itararé, de Pedro de Almendra Freitas, daí seu nome (a sede desta fazenda localizava-se na área do atual bairro São João - Eldorado Country Clube). A palavra Itararé, de origem tupi, significa curso subterrâneo das águas dum rio através de rochas calcárias. O bairro abrange, ainda, terras pertencentes ao Sítio São Raimundo Nonato, de José Camilo da Silveira. Após a construção do conjunto Dirceu Arcoverde (I, em 1977, e II, em 1980) da COHAB, tornou-se o bairro mais populoso de Teresina.

Durante esse período, o conjunto habitacional Dirceu Arcoverde era simples, todas as casas eram iguais, pois no lugar não havia energia elétrica, nem água encanada, e calçamento. De acordo com moradores mais antigos, não havia linha de ônibus que ligasse o bairro ao centro da cidade. Esse era um dos maiores problemas, uma vez que a localidade era predominantemente residencial e sem nenhum tipo de serviço comercial. Tanto para ir ao trabalho ou para fazer compras, as pessoas tinham que se deslocar até 15 quilômetros a pé. Diante desse contexto é possível notar as grandes dificuldades que os moradores do bairro tiveram que enfrentar e os problemas que tinham nos primeiros anos de sua fundação. 

O meio urbano pode tambem ser poético

O meio urbano é necessariamente poético porque carrega a humanidade dentro de sua concepção. As pessoas vivendo nas cidades, recriam, necessariamente, sentidos e significados em que são plenamente si próprias sendo o outro. Este outro pode ser pensado como o que une os homens em sua trajetória comum, na sua utopia de ser (  Tassara, 2001, p.31).